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Influenciador investigado por ‘jogo do tigrinho’ é preso em Fortaleza após condenação por roubo no Piauí…Ver Mais

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Influenciador preso em Fortaleza após condenação por roubo no Piauí

Diogo Macedo Basílio, conhecido popularmente nas redes sociais como Diogo Xenon, foi preso no último domingo (15), enquanto frequentava uma barraca na movimentada Praia do Futuro, em Fortaleza, Ceará.

Aos 28 anos, o influenciador digital foi localizado e detido em cumprimento a um mandado de prisão referente a uma condenação por roubo, ocorrido em 2016, no estado do Piauí.

A prisão foi coordenada após um intenso trabalho investigativo realizado em conjunto pela Polícia Civil do Piauí (PCPI) e pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil do Ceará (DIP).

De acordo com as autoridades, Diogo estava foragido e era procurado desde sua condenação a 12 anos de prisão pelo assalto a uma clínica na cidade de Teresina.

A operação que resultou na captura do influenciador envolveu policiais do 3° Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que localizaram Diogo no estabelecimento comercial.

Histórico de investigações e polêmicas

O nome de Diogo Xenon não é novidade para as autoridades policiais.

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Em outubro deste ano, o influenciador já havia sido preso em Teresina, durante a segunda fase da chamada Operação Jogo Sujo, que investiga a promoção de jogos de azar ilegais na internet, como o popular Jogo do Tigrinho.

O Jogo do Tigrinho é conhecido por ser um jogo online de apostas que ganhou popularidade nos últimos tempos, especialmente entre influenciadores que divulgam a plataforma em troca de comissões financeiras.

Contudo, a prática é considerada ilegal no Brasil, e as investigações têm mirado personalidades que utilizam sua visibilidade para promover o jogo a milhares de seguidores.

Durante a operação, Diogo foi preso ao lado de sua namorada, a influenciadora Letícia Ellen. Ambos, que acumulam milhares de seguidores nas redes sociais, acabaram liberados após as primeiras diligências.

A repercussão do caso, no entanto, colocou o casal no centro de uma polêmica que levantou debates sobre a responsabilidade dos influenciadores digitais na propagação de práticas consideradas ilegais.

Da fama ao cumprimento da pena

Apesar de sua crescente popularidade no meio digital – Diogo possui mais de 40 mil seguidores – a vida do influenciador vinha sendo marcada pela constante fuga da Justiça.

A condenação por roubo a uma clínica em Teresina remonta a 2016, mas a execução da pena foi adiada devido à dificuldade em localizá-lo nos últimos anos.

No último domingo, a prisão foi realizada de forma discreta e sem resistência por parte do influenciador. Conforme relatos da Polícia Civil do Ceará, a equipe já monitorava Diogo há alguns dias.

O cumprimento do mandado de prisão reforça o trabalho integrado das polícias estaduais no combate ao crime.

“Com base em informações de inteligência, conseguimos localizar o alvo em um estabelecimento comercial na Praia do Futuro.

A prisão foi efetuada sem incidentes, e o indivíduo foi apresentado às autoridades competentes para os procedimentos legais”, declarou a Polícia Civil em nota oficial.

Defesa do influenciador

Em meio à repercussão do caso, a defesa de Diogo Macedo Basílio se manifestou por meio de uma nota divulgada nas redes sociais.

O advogado Dellano Sousa afirmou que medidas legais estão sendo tomadas, incluindo a interposição de uma revisão criminal da condenação, com o objetivo de contestar a sentença que determinou a pena de 12 anos de prisão.

“Todas as providências jurídicas cabíveis já foram adotadas. Reiteramos nossa confiança no Judiciário e acreditamos que a verdade será devidamente esclarecida”, declarou o advogado.

A influência digital e a linha tênue com a lei

A prisão de Diogo Xenon reacende discussões sobre o papel e a responsabilidade de influenciadores digitais no Brasil, especialmente em relação à promoção de atividades ilícitas.

Com o aumento exponencial das redes sociais, personalidades como Diogo conquistam grandes audiências, o que as torna figuras de grande influência sobre jovens e outros públicos vulneráveis.

Entretanto, o uso dessa visibilidade para promover práticas como jogos de azar ilegais, entre outras atividades questionáveis, tem chamado a atenção das autoridades e da sociedade em geral.

Casos como o de Diogo ilustram a linha tênue entre a fama digital e o risco de implicação em crimes reais.

Por ora, o influenciador permanecerá detido, aguardando o andamento dos trâmites judiciais. A prisão traz um capítulo decisivo em uma história que começou com a fama virtual e acabou sendo marcada por investigações policiais e polêmicas jurídicas.

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