Alerta vermelho: regiões do Brasil enfrentam risco elevado de chuvas intensas e deslizamentos
Diversas regiões do Brasil estão sob alerta máximo devido às condições climáticas severas registradas nesta sexta-feira, 4 de abril. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho, indicando a possibilidade de eventos extremos como enchentes, alagamentos, inundações e deslizamentos de terra.
No estado de São Paulo, as áreas mais afetadas incluem a Baixada Santista, o Litoral Norte e cidades do Vale do Paraíba, como São José dos Campos.
Nesses locais, a previsão indica a possibilidade de acumulados de chuva superiores a 100mm em apenas 24 horas, o que representa um risco elevado para a população.
O estado do Rio de Janeiro também enfrenta condições semelhantes. A capital fluminense e cidades serranas como Petrópolis estão em estado de atenção, com risco potencial de deslizamentos em áreas de encosta e transbordamento de rios e córregos.
A situação preocupa especialmente após episódios recentes de chuvas fortes que já causaram transtornos.
Em Minas Gerais, municípios como Juiz de Fora e Pouso Alegre estão sob vigilância.
Embora o risco seja considerado moderado, as autoridades locais acompanham de perto o avanço das chuvas, que podem se intensificar nas próximas horas. O Espírito Santo também está incluído na zona de alerta.
No Nordeste, capitais como São Luís (MA) e Fortaleza (CE) enfrentam previsão de pancadas de chuva volumosas.
Nessas cidades, o risco de alagamentos, enxurradas e prejuízos à infraestrutura urbana é significativo, exigindo atenção redobrada dos moradores.
A combinação de relevo acidentado e grande volume de chuva preocupa especialmente o Sudeste, onde municípios em áreas montanhosas estão mais propensos a deslizamentos.
Além disso, quedas de barreiras podem afetar estradas e dificultar o acesso a regiões isoladas.
O Inmet orienta a população das áreas afetadas a adotar medidas de precaução, como evitar áreas de risco, desligar equipamentos elétricos em caso de inundações e manter documentos e objetos importantes protegidos.
As autoridades seguem mobilizadas, monitorando o avanço das chuvas e prestando suporte às regiões mais vulneráveis.
A recomendação é acompanhar os comunicados oficiais e seguir as orientações de defesa civil e órgãos meteorológicos.