Mãe de menina sequestrada em Pernambuco relata momentos de terror: “Ele ia nos matar”
O desaparecimento de Ingrid Vitória, sequestrada na terça-feira (25) no Sertão de Pernambuco, mobilizou não apenas as autoridades, mas também a população, que se uniu na esperança de encontrá-la.
Em um vídeo divulgado nas redes sociais, sua mãe, Adriana Gomes, compartilhou detalhes angustiantes do crime e fez um apelo desesperado por informações que pudessem levar ao paradeiro da filha.
O drama começou quando Adriana e seus filhos aceitaram uma carona de Jocelmo Caldas da Silva, um conhecido da família. No percurso entre Cabrobó e Santa Maria da Boa Vista, o homem desviou o caminho e revelou suas reais intenções.
“Ele nos fez reféns e disse que ia nos matar.
Amarrou minhas mãos, mas consegui fugir com meu filho menor. Ele arrastou minha filha para dentro da caatinga e desapareceu”, contou Adriana, visivelmente abalada.
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Após escapar, Adriana procurou ajuda e seguiu para o povoado de Caraíba, destino inicial da família. Segundo relatos, Ingrid foi vista pela última vez com o sequestrador na região de Orocó.
Com o passar das horas sem notícias, o desespero só aumentava. “Não sabemos nada desde então. Pelo amor de Deus, ajudem a encontrar minha filha!”, suplicou Adriana.
A investigação revelou um detalhe assustador: uma carta encontrada durante as buscas sugere que Jocelmo tinha uma obsessão por Ingrid.
O texto, atribuído ao suspeito, continha frases que indicavam um ritual perturbador, como se tentasse manipular a jovem psicologicamente.
Outro ponto intrigante surgiu com mensagens enviadas do celular de Ingrid por volta das 11h da manhã, indicando que ela estaria em Floresta, outra cidade do Sertão.
A polícia investiga se as mensagens foram enviadas sob coação ou se foram manipuladas pelo sequestrador para despistar as buscas.
As autoridades intensificaram os esforços. A Polícia Civil classificou o caso como sequestro e mobilizou o Grupamento Tático Aéreo (GTA-PE), além de equipes com cães farejadores. Enquanto isso, voluntários percorrem trilhas na esperança de encontrar alguma pista.
O desespero da família continua. “Só quero minha filha de volta”, implora Adriana. Com cada minuto que passa, a angústia cresce, mas a esperança de um final feliz persiste.
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