Meu Deus: Menina De 5 Anos Foi ABUSAD4 Em Hospital Antes De Morr3r… Ver Mais
Família Busca Justiça Após Morte de Emanuelly Vitória Rocha de Souza e Suspeita de Abuso no Hospital
Emanuelly Vitória Rocha de Souza, de apenas 5 anos, faleceu em 9 de maio após complicações de uma apendicite aguda, que evoluiu para septicemia.
No entanto, a tragédia que devastou sua família ganhou contornos ainda mais dolorosos quando surgiram suspeitas de que a menina teria sido abusada sexualmente durante sua internação no Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad), em Goiânia.
A polícia prendeu o suspeito, que teria feito outras duas vítimas.
A mãe de Emanuelly, Giselly de Souza, compartilhou a sua angústia em entrevista à TV Anhanguera, afirmando que sempre suspeitou que o abuso ocorreu dentro do hospital, mas suas preocupações foram inicialmente ignoradas. “Eu sempre falei para eles: ‘aconteceu aqui dentro’.
Foi ali dentro. Eles sempre negaram”, desabafou Giselly.
Enquanto a Secretaria de Saúde de Goiás, responsável pelo Hecad, optou por não comentar o caso devido à investigação em andamento, o advogado do suspeito afirmou que só se pronunciará oficialmente nos autos do processo.
A Polícia Civil, por sua vez, informou que o inquérito deverá ser concluído na próxima semana, sem divulgar o nome do acusado.
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Denúncia de Abuso e Investigação
De acordo com o laudo da Polícia Científica, Emanuelly morreu devido a uma septicemia causada por apendicite aguda. A menina foi levada ao Hecad com sintomas de dores abdominais, diarreia e vômitos.
Inicialmente, os médicos prescreveram medicação e a liberaram, mas, após a piora dos sintomas, ela foi readmitida em 5 de maio e transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Segundo a família, o suposto abuso ocorreu na manhã de 6 de maio. A tia de Emanuelly, Luana Oliveira, relatou que um homem e uma mulher, que se identificaram como funcionários do hospital, retiraram a menina do quarto sem a sua presença.
O homem, um técnico em segurança do trabalho, foi preso em 8 de maio, sob a acusação de ter permanecido com a criança por duas horas, alegando que iria dar banho nela.
As suspeitas de abuso se intensificaram após a equipe de enfermagem notar lesões genitais em Emanuelly durante a troca de fraldas, quase 24 horas após sua internação. O Instituto Médico Legal (IML) confirmou as lesões, mas a origem das mesmas ainda não foi esclarecida.
Prisão e Novas Descobertas
O técnico em segurança do trabalho, agora sob custódia, é suspeito de ter abusado sexualmente de outras crianças em Goiânia.
A Polícia Civil de Goiás (PC-GO) acredita que o homem usava informações privilegiadas obtidas em hospitais para identificar famílias vulneráveis, onde os pais se ausentavam durante as internações, aproveitando-se da situação para cometer os abusos.
A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Goiânia já identificou pelo menos três vítimas, incluindo Emanuelly.
O suspeito enfrenta acusações de estupro de vulnerável e aliciamento de crianças para atos libidinosos. A investigação ainda está em andamento, e a polícia não revelou detalhes do depoimento do acusado ou se a mulher mencionada pela família de Emanuelly também está sendo investigada.
A conselheira tutelar Érika Reis explicou que o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso, devido à suspeita de abuso sexual contra Emanuelly. A busca por justiça continua, enquanto a dor da perda é agravada pela possibilidade de que a pequena Emanuelly tenha sido vítima de um crime tão terrível.
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